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Perfil: coordenador da PNH, Fábio Luiz Alves

Flyer perfil Fábio Luiz alves

Fábio Luiz Alves, que concedeu essa semana uma entrevista para a equipe do LAPPIS, discorrendo sobre ações que estão dentro dos horizontes da PNH para 2014, teve um perfil profissional publicado recentemente no site da Rede Humaniza SUS (www.redehumanizasus.net), além de ter falado sobre algumas questões importantes para a saúde. Leia na íntegra:

O Médico sanitarista, especialista em Saúde Pública pelo Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas (FCM/UNICAMP), mestre em Saúde Coletiva na área de Gestão, Planejamento e Política pelo Departamento de Saúde Coletiva FCM/UNICAMP,

Fábio Alves, assume a coordenação geral da PNH e fala dos desafios da humanização do SUS, do cenário atual e dos novos projetos.

Atuações recentes:

– Foi Secretário de Saúde do município de Santa Bárbara D`Oeste – SP; Coordenador dos Distritos de Saúde Sanitário da região Sudoeste e Norte na SMS Campinas – SP;

-Professor Auxiliar no Departamento de Saúde Coletiva da FCM/UNICAMP nas disciplinas de Ações e Saúde Pública (1º ano de graduação integrado Medicina e Fonoaudiologia) e Gestão e Planejamento em Saúde (5º de internado graduação Medicina) e tutoria para Residentes de Medicina Preventiva e Social (em estágios de aprendizagem na Gestão e Atenção Hospitalar);

-Atuação como Apoio Institucional para processos de formação e consultoria no Estado do Mato Grosso do Sul, na construção de Plano Diretores Regionais de Saúde e consolidação do projeto de Humanização Estadual da região;

– Apoio Institucional para organização da Gestão Participativa e da Clínica Ampliada no Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS do Estado de São Paulo; Docente no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês em parceria com o Ministério da Saúde no Curso de Especialização Gestão da Atenção em Saúde; pesquisador do grupo de Estudos Coletivo Paidéia do Departamento de Saúde Coletiva da FCM/UNICAMP compondo o grupo de Docentes para o Curso de Especialização Apoio Institucional com ênfase na Atenção Básica realizado para o DAB / SAS / MS.

Na Política Nacional de Humanização:

-Atuou como apoio institucional no Instituto Fernandes Figueira (Hospital Materno – Infantil da FIOCRUZ) no fortalecimento do Modelo de Gestão com a implementação de Unidades de Produção e Apoio Institucional no Serviço Hospitalar;

 – Apoio Institucional para os municípios de Vitória, Serra e Vila Velha (da grande Vitória – ES) no fortalecimento da função Apoio Institucional e Co-gestão, Modelos de Atenção com Acolhimento e organização da Atenção Básica;

 – Apoio Matricial da PNH no programa SOS – Emergência para os hospitais Restauração e Getúlio Vargas em Recife.

Processos importantes para a Humanização do SUS:

“Vamos trabalhar na constituição de planos de trabalho de cada Coletivo Regional, de forma ascendente, configurando uma agenda política de intervenção nos territórios e em Cogestão com os entes federados dos Estados e Municípios, “afirma Alves.

Além disso, aponta para a corresponsabilização das práticas nos territórios e já imprime o seu olhar sobre as mudanças:

 – Fortalecimento do papel de Coordenação Regional produzindo capacidade técnico – política de governar a Política de Humanização em coerência com a própria PNH e em articulação com os programas do Ministério da Saúde como um todo;

 – Produção de transparência na PNH, cadastrando as ações que acontece em todo o território nacional em parceria com a Rede HumanizaSUS (redehunanizasus.net); 

 – Organização do grupo Núcleo Técnico da PNH como Apoio Institucional para os Coletivos Regionais, provocando por dentro a essência e o Método de Cogestão nos sujeitos e protagonistas da própria política pública.

Intervenções na coordenação geral da PNH:

Entusiasmado, Fábio fala da importância do apoio institucional:

“Apoio Institucional para alguns municípios estratégicos, possibilitando a PNH vivenciar uma realidade e uma organicidade de gestão local, contribuindo para as mudanças de Modelo de Gestão e de Atenção em Saúde,” pontua.

 – Vamos produzir arranjos de Cogestão e intervenção de Apoio Institucional para as Regiões de Saúde do Pacto da Saúde, articulando Redes de Atenção intermunicipal, estabelecendo Acesso facilitado e qualificado, garantindo resolutividade e atenção integral para os Usuários nestas dimensões e pactuações da regionalização;

– Formular diretrizes e princípios da PNH para dentro do Ministério da Saúde e Redes Temáticas, propondo o tema da Transversalidade, também tão caro para o PNH;

 – Radicalizar no projeto de Comunicação Institucional da PNH, produzindo estratégias de diálogo e interlocução com Usuários, Gestores, Trabalhadores e Movimentos Sociais, publicizando de forma crítica as ações do Coletivo da PNH e o Movimento HumanizaSUS;

“Estou honrado em assumir um  espaço tão caro na saúde pública brasileira. Pretendo ajudar a produzir conhecimento a cerca de novas ações no Modelo de Atenção e Gestão para as populações estratégicas e/ou vulneráveis, incorporando metodologias, tecnologias e inovações nas Redes de Atenção e Serviços de Saúde concretos do SUS,” finalizou.

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