{"id":2794,"date":"2009-07-06T03:00:00","date_gmt":"2009-07-06T06:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/lappis.org.br\/site\/2009\/07\/06\/filme-o-nome-do-cuidado-um-ensaio-medico-filosofico-sobre-a-relacao-entre-medico-e-paciente-confira\/"},"modified":"2009-07-06T03:00:00","modified_gmt":"2009-07-06T06:00:00","slug":"filme-o-nome-do-cuidado-um-ensaio-medico-filosofico-sobre-a-relacao-entre-medico-e-paciente-confira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lappis.org.br\/site\/filme-o-nome-do-cuidado-um-ensaio-medico-filosofico-sobre-a-relacao-entre-medico-e-paciente-confira\/2794","title":{"rendered":"Filme \u201cO nome do Cuidado\u201d, um ensaio m\u00e9dico-filos\u00f3fico sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, confira !"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Em breve, ser\u00e1 lan\u00e7ado &ldquo;O Nome do Cuidado&rdquo;, filme que trata sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, a partir da interpreta\u00e7\u00e3o de um texto m\u00e9dico-filos\u00f3fico interpretado por Walderez de Barros e Oswaldo Mendes.<\/strong><\/p>\n<p>   <em>O LAPPIS, apoiando a divulga\u00e7\u00e3o do filme, entrevistou o idealizador do m\u00e9dia-metragem, o Dr. Paulo Rosenbaum. O m\u00e9dico homeopata responde \u00e0 quest\u00f5es sobre o filme e sobre a sa\u00fade e sua representatividade na sociedade atual.<\/em> <\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"> \t\u00a0<br \/> \t<em>Assista ao trailer do filme e depois n\u00e3o deixe de ler a exclusiva entrevista !<\/em><br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>http:\/\/www.youtube.com\/watch?v=3vUXVhOudCc<\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>1- \u00a0Em uma das cenas, a personagem vivida por Walderez de Barros reflete sobre a solid\u00e3o e o grande individualismo presente nos membros da sociedade contempor\u00e2nea. Como voc\u00ea encara essa tend\u00eancia e quais as rela\u00e7\u00f5es que ela tem com a sa\u00fade, sobretudo com a homeopatia? <\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tNesta nossa sociedade da informa\u00e7\u00e3o e rela\u00e7\u00f5es expressas, a solid\u00e3o tende a se acentuar dramaticamente, as pessoas vivem mais s\u00f3s, o n\u00famero de pessoas que moram sem fam\u00edlia segundo os dados do IBGE de 2008 mostram: a tend\u00eancia explodiu na \u00faltima d\u00e9cada. Isso \u00e9 mundial. Por outro lado, o individualismo n\u00e3o est\u00e1 s\u00f3 presente nos membros da sociedade, a sociedade \u00e9 ideologicamente individualista. Isso \u00e9: a sociedade &ndash; mesmo num regime mais solid\u00e1rio e participativo &ndash; produz sua &ldquo;coes\u00e3o&rdquo; em geral \u00e0s custas de um efeito colateral: a supress\u00e3o das caracter\u00edsticas pessoais, dilui\u00e7\u00e3o das unidades irrepet\u00edveis que s\u00e3o os sujeitos individuais. \u00c9 relativamente simples compreender: para alcan\u00e7ar a m\u00e9dia eliminam-se os tra\u00e7os singulares. H\u00e1 cada vez menos espa\u00e7o na sociedade para idiossincrasias e as singularidades t\u00eam que se adaptar &ndash; sob o pre\u00e7o da exclus\u00e3o, marginaliza\u00e7\u00e3o ou abandono &ndash; as normas sociais que s\u00e3o comuns \u00e0 m\u00e9dia. A solid\u00e3o contempor\u00e2nea \u00e9 n\u00e3o s\u00f3 um produto da incapacidade de pertencimento, mas tamb\u00e9m a rejei\u00e7\u00e3o ativa de um meio social que discrimina e segrega as diferen\u00e7as. N\u00e3o sei se h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o para este paradoxo. H\u00e1 ademais uma solid\u00e3o metaf\u00edsica, o sofrimento existencial para o qual, talvez, n\u00e3o haja cura. Paul Ricouer fala que a mis\u00e9ria \u00e9 n\u00e3o coincidir consigo mesmo. Acredito nisso. Mas como recuperar estes valores em uma sociedade an\u00f4mica e sem crit\u00e9rios justos? A homeopatia e as medicinas integrativas s\u00e3o s\u00f3 meras medicinas, certo? Por que deveriam se propor a ser agentes de uma transforma\u00e7\u00e3o mais ampla? Que pretens\u00e3o \u00e9 essa? Qual soci\u00f3logo ou fil\u00f3sofo concedeu esta liberdade para a medicina? Mas o fato \u00e9 que desempenharam um papel social mais amplo do que s\u00f3 eliminar doen\u00e7as, tentaram desenvolver crit\u00e9rios para avaliar cada singularidade como essenciais \u00e0 uma melhor compreens\u00e3o do processo de sa\u00fade e doen\u00e7a e at\u00e9 compreender melhor a sociedade. Benoit Mure pode ser sempre citado como algu\u00e9m com estas preocupa\u00e7\u00f5es. Gostemos ou n\u00e3o, pelo menos at\u00e9 aqui, a amplia\u00e7\u00e3o do horizonte de atua\u00e7\u00e3o da medicina foi um projeto derrotado. Que se choquem os puristas, mas h\u00e1 elementos palp\u00e1veis que permitem \u00a0fazer esta leitura: as \u00e1reas n\u00e3o hegem\u00f4nicas n\u00e3o conseguiram a sustenta\u00e7\u00e3o, pois nem os m\u00e9dicos que usam as outras racionalidades m\u00e9dicas, as n\u00e3o hegem\u00f4nicas, se entendem sobre como devem informar \u00e0 sociedade. Nem sobre os motivos de sua exist\u00eancia, nem quais as novidades que prop\u00f5em ao resistir ao <em>hardcore<\/em> das pesquisas padr\u00e3o-ouro como as \u00fanicas que realmente qualificam o que se produz de benef\u00edcios. Ali\u00e1s, a &ldquo;resist\u00eancia&rdquo; que durante muito tempo foi at\u00e9 bem calibrada para fixar e reafirmar um projeto de pesquisa que ainda estava um tanto frouxo hoje virou justificativa para se manter como uma causa anacr\u00f4nica. Uma ideologia atrasad\u00edssima que divide o mundo entre alopatia e todo resto. Ela, al\u00e9m de n\u00e3o dialogar bem, acha que deve desafiar a corpora\u00e7\u00e3o m\u00e9dica ou acusar as ind\u00fastrias de medicamentos no lugar de traz\u00ea-los ao debate. H\u00e1 dificuldades em ter consensos m\u00ednimos para dialogar com a comunidade cientifica e quando o faz paga o pre\u00e7o para executar a desfigura\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas que fundamentam o m\u00e9todo. Temos, ent\u00e3o, que fazer a pergunta dolorosa: de que vale toda luta pela reafirma\u00e7\u00e3o se \u00e9 para aceitar uma redu\u00e7\u00e3o que inviabiliza a novidade trazida pela perspectiva de uma pr\u00e1tica integrativa, que \u00e9, sem ingenuidade nenhuma, um projeto generoso?\u00a0<br \/> \t\u00a0<br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>2- Na contemporaneidade, a sa\u00fade assumiu a defini\u00e7\u00e3o de &ldquo;n\u00e3o estar doente&rdquo;, ao inv\u00e9s da defini\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica de &ldquo;ser saud\u00e1vel&rdquo;. Em uma passagem, Oswaldo Mendes questiona o paciente sobre o que ele imagina ao sentir dor. A express\u00e3o visual \u00e9 a explos\u00e3o de uma bomba, mas como voc\u00ea a definiria em palavras?<\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tA bomba \u00e9 uma met\u00e1fora cuja id\u00e9ia foi do diretor do filme o Leo Lama e que o Paulo Prestes Franco captou e inseriu muito bem na pel\u00edcula. Ela \u00e9 eficiente para dizer uma coisa que se reafirma ao longo do filme. Uma bomba \u00e9 a viol\u00eancia m\u00e1xima, as vezes indiscriminada, a maioria das vezes irracional, que pode ser a s\u00edntese simb\u00f3lica do estatuto moderno da falta de delicadeza. \u00c9 a ant\u00edtese absoluta do cuidado. S\u00f3 o que vale \u00e9 produzir &ldquo;efeitos&rdquo; e &ldquo;ver&rdquo; fatos. O testemunho, a narrativa s\u00f3 aparecem e s\u00f3 podem ser validados pelas imagens. Ela tem a for\u00e7a para dizer aos que est\u00e3o em volta que ele \u00e9 um alvo. Um alvo da injusti\u00e7a, um ref\u00e9m da impaci\u00eancia, um objeto a ser pulverizado. Assim muitas vezes as \u00e1reas das ci\u00eancias da sa\u00fade infelizmente objetificam as pessoas que precisam de tratamento. A met\u00e1fora tem, neste sentido, uma tripla hermen\u00eautica: destrui\u00e7\u00e3o da coisa &ldquo;doen\u00e7a&rdquo;, o &ldquo;alvo&rdquo; sofre uma a\u00e7\u00e3o indiscriminada contra tudo que est\u00e1 em volta. A bomba, na verdade uma cena de m\u00edssil teleguiado atingindo um alvo, tamb\u00e9m representa a intensidade desesperada do sofrimento, e finalmente uma met\u00e1fora para comparar o que \u00e0s vezes \u00e9 de dif\u00edcil verbaliza\u00e7\u00e3o no caldo da pobreza da linguagem. Enfim, a imagem da destrui\u00e7\u00e3o que, para quem adoece, n\u00e3o faz nenhum sentido. Mais para frente, durante um di\u00e1logo, o paciente diz para o m\u00e9dico reagindo a uma generaliza\u00e7\u00e3o que aquilo que ele fala \u00e9 um problema da sociedade e n\u00e3o da medicina e o m\u00e9dico contesta: &ldquo;os problemas da sociedade explodem na cara da medicina&rdquo;.<br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>3- A homeopatia preza por um atendimento individualizado, dando ao paciente a aten\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para que a cura seja obtida com maior qualidade. Em sua opini\u00e3o, esse tipo de rela\u00e7\u00e3o entre paciente e m\u00e9dico deveria ser integralizada ou deveria se restringir apenas \u00e0 homeopatia? <\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tSe o que voc\u00ea entende por &ldquo;rela\u00e7\u00e3o integralizada&rdquo; for uma rela\u00e7\u00e3o radical onde o m\u00e9dico capture o estado do doente e o contextualize e a partir desta perspectiva, onde ele pode entrar em sintonia dial\u00f3gica com quem est\u00e1 cuidando e vice versa, sim. Vice versa, pois a rela\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica pressup\u00f5e que os dois sejam sujeitos na consulta. A homeopatia \u00e9 uma especialidade que tem esta caracter\u00edstica estrutural em sua episteme e por mais que os pesquisadores tentem dissec\u00e1-la n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel emancipar o efeito terap\u00eautico medicamentoso da a\u00e7\u00e3o e da for\u00e7a da a\u00e7\u00e3o nos <em>rapports<\/em> terap\u00eauticos. Eles est\u00e3o casados e condenados a uma fidelidade eterna para desgosto de muitos. \u00c9 um grande equ\u00edvoco subestimar o valor da conversa\u00e7\u00e3o. O atendimento individualizado n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 estar atento e dispon\u00edvel para o sujeito enfermo, mas valorizar as idiossincrasias n\u00e3o s\u00f3 como detalhes positivos para identificar sintomas, mas para compreender e fundir horizontes com o autor dos sintomas. Neste caso a fus\u00e3o de horizontes \u00e9 com o paciente. Esta apreens\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 importante naquele momento j\u00e1 que uma orienta\u00e7\u00e3o ou aconselhamento sempre poder\u00e3o ter como base aspectos muito particulares de determinada pessoa. Se a medicina <em>standard<\/em> pudesse reaprender a ouvir as hist\u00f3rias biogr\u00e1ficas e cl\u00ednicas dos pacientes isso seria um enorme avan\u00e7o cientifico e institucional. O cuidado se aproximaria de uma pr\u00e1tica mais cuidadosa e m\u00e9dicos e pacientes seriam progressivamente desobjetificados e isso, poderia funcionar como uma reformula\u00e7\u00e3o geral da pr\u00f3pria no\u00e7\u00e3o da cl\u00ednica. Mas isso \u00e9 s\u00f3 uma esperan\u00e7a.<br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>4- A escolha do metr\u00f4 como cen\u00e1rio da interpreta\u00e7\u00e3o representa a coletividade que \u00e9 respons\u00e1vel por igualar os cidad\u00e3os, oprimindo as caracter\u00edsticas individuais. Em uma cena o paciente grita, desesperadamente, que est\u00e1 passando mal. Enquanto ele demonstra o seu desespero, fica claro que ningu\u00e9m, entre as muitas pessoas que o cercam, \u00e9 capaz de ajud\u00e1-lo. Em sua opini\u00e3o, a sociedade carece de solidariedade? Qual a rela\u00e7\u00e3o desse sentimento com as pr\u00e1ticas de sa\u00fade?<\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tEssa \u00e9 uma coloca\u00e7\u00e3o instigante. De fato o grito da dor \u00e9 um grito no vazio, al\u00e9m de surdo ele \u00e9 um grito inoperante. Ele emite seu desespero para quem? H\u00e1 quem ou\u00e7a? H\u00e1 quem cuide? O desamparo \u00e9 um estado grave; ele \u00e9 a voz do abandono e da falta de cuidado. Ele \u00e9 o parente por afinidade da solid\u00e3o. Por isso ela grita t\u00e3o alto e insiste em se fazer ouvir. O filme busca acolher e examinar o mal estar. Como disse acima a sociedade n\u00e3o \u00e9, por natureza, solid\u00e1ria. \u00a0Muito menos o Estado que em geral \u00e9 violento, repressivo e ao dizer que se preocupa com o cuidar das &ldquo;massas&rdquo; talvez n\u00e3o promova nada al\u00e9m de medidas homog\u00eaneas para pessoas com necessidades completamente diferentes, n\u00e3o importa o protocolo aplicado. A epidemiologia est\u00e1 apenas come\u00e7ando a aprender o valor pr\u00e1tico da diversidade. \u00c0s vezes, a maioria delas, sacrifica-se o individual\u00a0 em nome de um bem coletivo. Ningu\u00e9m esta querendo negar o valor da bioestat\u00edstica nem da efic\u00e1cia. Por exemplo, n\u00e3o se pode colocar em \u00f4nibus p\u00fablicos bancos individualizados de um modo que cada um seja respeitado no modo como gostaria de se sentar. Mas a a\u00e7\u00e3o m\u00e9dica \u00e9 diferente e os cuidados em sa\u00fade precisam de uma aten\u00e7\u00e3o que enfoque o modo particular de como a pessoa adoece e se cura. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel a padroniza\u00e7\u00e3o ainda que se possa aceitar os protocolos e suas taxas de efici\u00eancia. Isso \u00e9 s\u00f3 uma faceta da interfer\u00eancia terap\u00eautica. A outra cara da moeda \u00e9 que se um protocolo de tratamento \u00e9 eficaz numa indiscriminada aplica\u00e7\u00e3o de uma diretriz exitosa sobre determinada patologia, imaginem qu\u00e3o mais eficaz ele seria se pudesse ao mesmo tempo avaliar o impacto geral em cada sujeito e um ajuste fino pessoa a pessoa? Esse \u00e9 o grande e maior trunfo de uma concep\u00e7\u00e3o correta de integralidade. A maneira singular e \u00fanica com que cada expressa o que s\u00f3 ele pode expressar. Quem sabe assim n\u00e3o ter\u00edamos que estar discutindo \u00e0 exaust\u00e3o um pleonasmo como &ldquo;humaniza\u00e7\u00e3o da medicina&rdquo;. Decerto h\u00e1 segmentos de pesquisa no <em>mainframe<\/em> cient\u00edfico que j\u00e1 se ocupam apropriadamente desta quest\u00e3o, mas o percurso \u00e9 lento e comprido. Como dizia a m\u00fasica: it is a long way!<br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>5- A cena em que a personagem expressa n\u00e3o querer saber sobre o diagn\u00f3stico, seja ele certo ou errado, representa o descaso do indiv\u00edduo pelo processo m\u00e9dico, desejando a cura imediata, sem se importar com as causas da doen\u00e7a. Essa \u00e9 uma tend\u00eancia geral da sociedade atual? A homeopatia, por possuir uma abordagem voltada para o indiv\u00edduo, pode servir de exemplo como solu\u00e7\u00e3o para essa tend\u00eancia?<\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tN\u00e3o sei se eu leria dessa forma embora essa seja exatamente a riqueza do filme. Um document\u00e1rio hermen\u00eautico como &ldquo;O nome do Cuidado&rdquo; pretende mostrar que esta fus\u00e3o se d\u00e1 com as diferentes perspectivas de quem o v\u00ea e assim pode ser mais bem explorada em debates p\u00fablicos. E esse \u00e9 nosso esfor\u00e7o. Por sinal nos chamou a aten\u00e7\u00e3o para a falta de apoio quase absoluto para esta iniciativa que tivemos que bancar com recursos pessoais e com a ajuda de amigos. Nenhuma associa\u00e7\u00e3o, universidade ou grupos de pesquisa se engajou no projeto. N\u00e3o reclamo. Apenas tento mostrar e constatar como uma quest\u00e3o vital como essa est\u00e1 encapsulada e preterida. \u00a0O que para mim s\u00f3 aumenta o desejo de divulgar o document\u00e1rio e partir para uma segunda investiga\u00e7\u00e3o f\u00edlmica. \u00c9 uma discuss\u00e3o n\u00e3o efetivada e que exatamente por n\u00e3o despertar interesse institucional devemos insistir em discutir &ldquo;por que \u00e9 que causa tanto incomodo este assunto? O que ele suscita? Renunciamos a qualquer denuncismo tosco, para adotar a linguagem da arte, metaf\u00f3rica e po\u00e9tica para dar voz aos problemas. Aplicar centenas de milh\u00f5es de reais para implantar postos de atendimento, programas de humaniza\u00e7\u00e3o e a regulamenta\u00e7\u00e3o das medicinas integrativas no estado brasileiro pode n\u00e3o ser o suficiente. Sem uma discuss\u00e3o levada as \u00faltimas conseq\u00fc\u00eancias de qual \u00e9 o tipo de medicina desej\u00e1vel e o que \u00e9 o mais priorit\u00e1rio e de como est\u00e1 se dando a forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos para esta demanda imensa &#8212; tanto no SUS como na pr\u00e1tica m\u00e9dica privada &ndash; e sem ainda levar em considera\u00e7\u00e3o o g\u00eanero de mal estar que se amplia na sociedade contempor\u00e2nea n\u00e3o me parece que podemos ir muito longe. H\u00e1 um momento no filme que o m\u00e9dico diz &ldquo;h\u00e1 uma patologia social gigante e parece que as pessoas n\u00e3o percebem que estas coisas tamb\u00e9m s\u00e3o sintomas&rdquo;<br \/> \t\u00a0<br \/> \t<strong>6- Por fim, o trailer do filme, logo no in\u00edcio, levanta uma pergunta: &ldquo;De qual medicina a sociedade precisa?&rdquo;. Voc\u00ea poderia respond\u00ea-la?\u00a0 <\/strong><br \/> \t\u00a0<br \/> \tAcho que \u00e9 a sociedade que precisa discutir qual medicina deseja. \u00c9 uma pergunta e ningu\u00e9m pode ter a pretens\u00e3o de dar respostas sozinho. Mas tenho uma intui\u00e7\u00e3o e \u00e9 disso que vou falar. Acho que as pessoas pelo menos a maioria n\u00e3o sabe o que \u00e9 a medicina nem que ela tem v\u00e1rias possibilidades de interven\u00e7\u00e3o. Quem dir\u00e1 o que s\u00e3o as medicinas de corte integrativo. Se h\u00e1 uma medicina modelo? Se h\u00e1 um modelo que deveria ser hegem\u00f4nico? N\u00e3o acredito. Precisamos urgentemente transcender a id\u00e9ia de que uma f\u00f3rmula substituir\u00e1 outra. As v\u00e1rias formas de interven\u00e7\u00e3o fazem sentido e dizem respeito a modelos espec\u00edficos de culturas e diversidades: \u00e9tnicas, raciais, religiosas, geogr\u00e1ficas. H\u00e1, entretanto alguns t\u00f3picos gen\u00e9ricos: acredito em levar a id\u00e9ia para os usu\u00e1rios e consumidores de que \u00e9 bom um atendimento em que a qualidade da presen\u00e7a esteja em evid\u00eancia. Uma medicina em que a escuta seja mais generosa e que o paciente n\u00e3o seja objeto passivo, mas sujeito interativo que esteja tamb\u00e9m presente colocando todos os seus instrumentos \u00e0 sua pr\u00f3pria disposi\u00e7\u00e3o. Tudo para que se possa alcan\u00e7ar um estado mais pr\u00f3ximo da felicidade Um gestor de sa\u00fade poderia torcer o nariz e dizer: isso \u00e9 imposs\u00edvel. Enquanto for m\u00e9dico, ainda posso &ndash; ou desejo -me dar ao luxo de acreditar.<br \/> \t\u00a0<br \/> \tPara contatar o Dr. Paulo Rosenbaum, envie um e-mail para <a href=\"mailto:rosenbau@usp.br\">rosenbau@usp.br<\/a>.<br \/> \t\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p style=\"text-align: justify;\"> \t<strong>Em breve, ser\u00e1 lan\u00e7ado &ldquo;O Nome do Cuidado&rdquo;, filme que trata sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, a partir da interpreta\u00e7\u00e3o de um texto m\u00e9dico-filos\u00f3fico interpretado por Walderez de Barros e Oswaldo Mendes.<\/strong><\/p>\n<p>  <a class=\"mh-excerpt-more\" href=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/filme-o-nome-do-cuidado-um-ensaio-medico-filosofico-sobre-a-relacao-entre-medico-e-paciente-confira\/2794\" title=\"Filme \u201cO nome do Cuidado\u201d, um ensaio m\u00e9dico-filos\u00f3fico sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, confira !\">[&#8230;]<\/a><\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[8],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2794","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-noticia"},"jetpack_publicize_connections":[],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.2 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Filme \u201cO nome do Cuidado\u201d, um ensaio m\u00e9dico-filos\u00f3fico sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, confira ! - Lappis 25 anos<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/filme-o-nome-do-cuidado-um-ensaio-medico-filosofico-sobre-a-relacao-entre-medico-e-paciente-confira\/2794\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Filme \u201cO nome do Cuidado\u201d, um ensaio m\u00e9dico-filos\u00f3fico sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, confira ! - Lappis 25 anos\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Em breve, ser\u00e1 lan\u00e7ado &ldquo;O Nome do Cuidado&rdquo;, filme que trata sobre a rela\u00e7\u00e3o entre m\u00e9dico e paciente, a partir da interpreta\u00e7\u00e3o de um texto m\u00e9dico-filos\u00f3fico interpretado por Walderez de Barros e Oswaldo Mendes. 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