{"id":219,"date":"2011-08-02T14:31:16","date_gmt":"2011-08-02T17:31:16","guid":{"rendered":"http:\/\/lappis.org.br\/site\/2011\/08\/02\/carta-aos-professores-como-vai-a-medicina\/"},"modified":"2011-08-02T14:31:16","modified_gmt":"2011-08-02T17:31:16","slug":"carta-aos-professores-como-vai-a-medicina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lappis.org.br\/site\/carta-aos-professores-como-vai-a-medicina\/219","title":{"rendered":"Carta aos professores: Como vai a medicina?"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"217\" data-permalink=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/carta-aos-professores-como-vai-a-medicina\/219\/attachment-rafael_1\" data-orig-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg\" data-orig-size=\"720,405\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"rafael_1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1-300x169.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg\" class=\" alignleft size-full wp-image-217\" style=\"margin-bottom: 1px; float: left; margin-right: 2px;\" title=\"Rafael Cangemi Reis\" alt=\"rafael_1\" src=\"http:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg\" width=\"601\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg 720w, https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 601px) 100vw, 601px\" \/> <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O BoletIN abre espa\u00e7o para a reflex\u00e3o. Depoimento de Rafael Cangemi Reis, m\u00e9dico rec\u00e9m-formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), hoje trabalhando em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), discute como uma forma\u00e7\u00e3o mais humanizada, que vai al\u00e9m dos conhecimentos t\u00e9cnicos, pode ser determinante para a pr\u00e1tica da boa medicina e o cuidado com o paciente.<\/p>\n<p>\u00a0Rafael relata duas situa\u00e7\u00f5es vivenciadas por ele recentemente para p\u00f4r em xeque a &#8220;s\u00edndrome do rec\u00e9m-formado&#8221; versus a &#8220;s\u00edndrome dos bem-formados&#8221;. Para Lilian Koifman, professora do Departamento de Planejamento em Sa\u00fade do Instituto de Sa\u00fade da Comunidade da UFF, \u00e9 gratificante perceber que os conceitos desenvolvidos no Programa Pr\u00e1tico Conceitual de curr\u00edculo da UFF (Medicina Preventiva e social e Trabalho de Campo Supervisionado) podem fazer toda a diferen\u00e7a na forma\u00e7\u00e3o de bons profissionais.<\/p>\n<p>Leia na \u00edntegra a carta-relato de Rafael Cangemi Reis.<\/p>\n<p>\u00a0&#8220;Prezados professores,<\/p>\n<p>Gostaria muito de compartilhar com voc\u00eas as minhas experi\u00eancias e constata\u00e7\u00f5es em um m\u00eas de formado. \u00c9 impressionante como o atendimento e o olhar dos alunos da UFF \u00e9 diferenciado em rela\u00e7\u00e3o aos pacientes. Estou trabalhando em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com v\u00e1rios colegas formados na UFF e l\u00e1 percebo por conversas e por coment\u00e1rios dos pr\u00f3prios pacientes que tal m\u00e9dico \u00e9 muito bom porque soube ouvir a queixa, porque o examinou, explicou sobre a doen\u00e7a etc. Quando percebo, vejo que est\u00e3o falando dos colegas que se formaram comigo na UFF. No in\u00edcio confesso que fiquei um pouco assustado com tais coment\u00e1rios, pois na minha cabe\u00e7a esse \u00e9 o nosso papel: ouvir, examinar, pensar e orientar. No entanto, com o passar dos plant\u00f5es a grande constata\u00e7\u00e3o que tive foi que muitos dos colegas m\u00e9dicos est\u00e3o ali para fazer a fila andar! Mal colhem uma anamnese, ou sequer olham para o paciente. S\u00e3o absurdos que me deixaram perplexo e reflexivo.<\/p>\n<p>Conversando com meus colegas de turma (que est\u00e3o trabalhando em locais diversos), a reflex\u00e3o e a indigna\u00e7\u00e3o s\u00e3o as mesmas, por\u00e9m a atitude de a\u00e7\u00e3o \u00e9 contr\u00e1ria. Da mesma maneira ouvem, examinam, pensam e orientam sem ter a coragem de mandar o paciente para casa sem pelo menos uma sucinta anamnese e exame f\u00edsico. Ser\u00e1 que isso \u00e9 a s\u00edndrome do rec\u00e9m-formado? Medo de perder o carimbo? N\u00e3o acredito. Acredito na s\u00edndrome dos bem-formados que foram orientados ao longo de toda a forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade de um olhar diferenciado e de uma medicina mais humanizada que vai al\u00e9m dos conhecimentos m\u00e9dicos propriamente ditos. Posso dizer que \u00e9 un\u00e2nime a nossa preocupa\u00e7\u00e3o em n\u00e3o errar e fazer uma boa medicina.<\/p>\n<p>Essa constata\u00e7\u00e3o pode at\u00e9 ser sum\u00e1ria, mas comparo com os colegas de outras faculdades e vejo sim que a nossa forma\u00e7\u00e3o na UFF \u00e9 o diferencial. Por mais que haja dificuldade de aceita\u00e7\u00e3o, por alguns motivos que conhecemos, vejo que os conceitos que fazem parte do Programa Pr\u00e1tico Conceitual de nosso curr\u00edculo (Medicina Preventiva e social e TCS) se incorporam aos conhecimentos m\u00e9dicos propriamente ditos. \u00c9 uma pena que nem todos percebem isso! Reconhe\u00e7o que o curr\u00edculo precisa ser reestruturado corrigindo erros, diminuindo repeti\u00e7\u00f5es, modificando as formas de abordagem, etc. Por\u00e9m, tenho claro que a sua estrutura \u00e9 o caminho e \u00e9 fundamental para uma boa forma\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"218\" data-permalink=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/carta-aos-professores-como-vai-a-medicina\/219\/attachment-semfoto2009\" data-orig-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/SEMFOTO2009.jpg\" data-orig-size=\"141,200\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"SEMFOTO2009\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/SEMFOTO2009.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/SEMFOTO2009.jpg\" class=\" alignright size-full wp-image-218\" style=\"margin-bottom: 1px; float: right; margin-right: 2px;\" alt=\"SEMFOTO2009\" src=\"http:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/SEMFOTO2009.jpg\" width=\"141\" height=\"200\" \/><\/p>\n<p>\u00a0Para melhor exemplificar, reflito sobre duas situa\u00e7\u00f5es que presenciei essa semana, e que confesso que me deixaram bastante assustado devido \u00e0s barbaridades e ao p\u00e9ssimo atendimento de alguns colegas m\u00e9dicos que sequer olham, ouvem ou examinam o paciente. Revi dois pacientes j\u00e1 atendidos na UPA com a queixa principal n\u00e3o resolvida em algumas consultas anteriores. A queixa principal do paciente era tosse purulenta e febre h\u00e1 um m\u00eas. Por\u00e9m, quando &#8220;perdi&#8221; 10 min na minha anamnese suspeitei de AIDS e suas complica\u00e7\u00f5es infecciosas, e quando examinei em 5 min tive a certeza do diagn\u00f3stico apenas ao juntar dados cl\u00ednicos com as \u00falceras orais. E sabe o que fizeram com ele? Penicilina Benzatina e Amoxicilina para tratar amigdalite bacteriana!!!!. Consegui providenciar os exames e infelizmente mais um caso de AIDS foi confirmado! Outra situa\u00e7\u00e3o foi a revis\u00e3o de uma paciente com queixa de dor devido a uma h\u00e9rnia inguino-escrotal. Reabro sua ficha e me deparo com a triste anamnese: Dor nas pernas; Diagn\u00f3stico: Mialgia; Tratamento: Dipirona Intramuscular?!!!!<\/p>\n<p>Fiquei me questionando o porque daquilo. Ser\u00e1 que era para n\u00e3o ter que palpar a h\u00e9rnia do paciente? Confesso que n\u00e3o sei. O fato \u00e9 que apenas ouvindo o paciente\u00a0 e observando cheguei a conclus\u00f5es e pude ajud\u00e1-lo da melhor maneira poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Tudo isso me levou a refletir: Como vai a Medicina? Os pacientes me acham o melhor m\u00e9dico do mundo porque ou\u00e7o, converso, examino e explico. N\u00e3o que o seja, mas a banaliza\u00e7\u00e3o da medicina se tornou tamanha que, quando retomamos a verdadeira pr\u00e1tica m\u00e9dica, somos vangloriados. Ser\u00e1 que esse n\u00e3o deveria ser o papel de todo m\u00e9dico? Muitas das queixas se resolvem em um simples esclarecimento. A medicina n\u00e3o \u00e9 feita de rem\u00e9dios e exames complementares, mas \u00e9 feita pelo contato, pelo olhar, pela conversa e por conhecimentos t\u00e9cnicos cient\u00edficos, que nos conduzem a utiliza\u00e7\u00e3o de outras tecnologias para a resolu\u00e7\u00e3o dos problemas.<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que fica \u00e9 de que a UFF apesar das dificuldades tem formado m\u00e9dicos antenados e preocupados com a sa\u00fade e qualidade de vida do paciente. Sabemos que os problemas s\u00e3o muitos, as solu\u00e7\u00f5es diversas, o movimento de mudan\u00e7a \u00e9 lento, mas uma coisa precisamos ter em mente: A UFF est\u00e1 no caminho certo para a forma\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos mais humanos e pensantes no que tange ao entendimento do paciente e ao contexto social e cultural em que esse est\u00e1 inserido.<\/p>\n<p>Parab\u00e9ns aos professores que lutam e insistem em buscar uma melhor forma\u00e7\u00e3o e uma transforma\u00e7\u00e3o dentro da nossa universidade&#8221;.<\/p>\n<p>Rafael Cangemi Reis<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p><img decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-217\" style=\"margin-bottom: 1px; float: left; margin-right: 2px;\" title=\"Rafael Cangemi Reis\" alt=\"rafael_1\" src=\"http:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg\" width=\"601\" height=\"338\" srcset=\"https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1.jpg 720w, https:\/\/lappis.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2011\/08\/rafael_1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 601px) 100vw, 601px\" \/> <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O BoletIN abre espa\u00e7o para a reflex\u00e3o. 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